Demoramos uns 40 minutos para chegar na casa da Titi e do Marcello. E foi o t
empo de parar de nevar e começar a chover! Mas chegamos bem graças à memória infalível de Rhazinha! Primeiro encontramos Marcellito! Fizemos tanta festa no hall do prédio em que eles moram que uma senhorinha até saiu de casa para nos dar um olhar de reprovação – também conhecido como “as boas vindas do povo espanhol”!
Encontramos a Titi no meio do caminho de uma surpresinha que eles arranjaram pra gente: almoço na casa de uma brasileira, D.Cida, que serve comida pra gente matar um pouquinho da saudade de casa! Por 10 euros podíamos comer, a vontade, arroz, feijão (de verdade), bife acebolado, salada e guaraná antártica! De lá, voltamos pro apartamento deles pra descansar um pouco e ter forças para sair a noite. Até parece! Não dormimos coisa nenhuma! Nem saímos! Ficamos conversando, fofocando, falando mal de um monte de gente, rindo, rindo e rindo mais um pouco! Até assistimos novela! Fofocamos mais um pouco e lá pelas 2 da manhã fomos dormir!
Acordamos às 14:30, comemos e fomos à escola de espanhol deles. Impressionante como eles são queridos lá. E como todos da escola foram simpáticos! Igualzinho ao povo da nossa es
Passeamos no parque por mais um tempo e de lá fomos a um barzinho comer um lanchinho típico espanhol. Cada um pediu um prato, cujos nomes não vou lembrar agora! E pedimos uma porção de “croquetes de jamóm” – surreal! Mas isso era só uma boquinha! Não podíamos comer muito porque, no dia anterior, tínhamos feito uma encomenda na casa da D. Cida: 8 coxinhas e 8 pães de queijo! Infelizmente, por problemas pessoais, ela não conseguiu levar nossos snacks. Então o Marcellito teve que comprar macarrão e cozinhar pra gente! Tentamos dormir cedo com o objetivo de acordar cedo e aproveitar mais do dia seguinte.
Na quinta-feira, nosso último dia de verdade lá, não teve jeito! Acordamos tarde de novo! Mas saímos de casa o mais rápido possível para almoçar num restaurante brasileiro chamado “Picanha” – o nome dispensa explicações! Comemos até não agüentar mais! Com direito até a suco de caju e de maracujá! Saímos de lá meio pesados, mas tínham
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